futuro | Designers devem saber os 4 atributos chave de produto

Falar de futuro è um tema que muito me estimula, afinal, faço isso para empresas de moda, design e gastronomia, atravès do instrumento que denominamos de construçào de cenário futuro. Que nada tem de profecia, adivinhação e sim, è o resultado de pesquisa e análise do passado e do presente!

Para “acertarmos” na previsão, os seguintes drivers devem ser estudados em profundidade: Demografia, Recursos Naturais, Ciência e Tecnologia, Economia Global, Globalização, Religiões, Governos Políticos e Conflitos em açào no momento. Todos estes fatores são os que “criam” as tendências que vamos observar no mobiliário, incluindo formas, cores, modos de fazer e de comercializar.

Uma das mais relevantes neste momento e que norteia o nosso pensamento de 2016 a 2020 è a tecnologia, que está redefinindo o mundo e nosso modo de projetar, desenvolver e comercializar mobiliário como nunca. Utilizada na totalidade pelos millenials, nômades urbanos que em função dela podem viver em várias partes ao mesmo tempo, estes são críticos no consumo e compreendem este mundo atual e a sua complexidade mais do que nòs, da geração anterior.

São os guias deste novo mercado sensível socialmente e ambientalmente - além de hipertecnològico e digital - e muito interessados no bem-estar das pessoas e nas relações sociais que constroem, do que foram seus pais. E' para eles que os industriais devem começar a olhar mais atentamente, jà que vem destes os quatro atributos chave de produto que irào nortear o mundo do design e do consumo no período de 2016 a 2020:

1. Pessoal: que permite ao usuário, atravès de seu intervento direto, indicação e preferências, de criar soluções personalizadas, perfeitas às suas exigências.


2. Relevante: devem responder às suas necessidades do momento ou no contexto onde este se encontra, de maneira relevante e precisa, sem seu intervento direto.


3. Humano: que se manifeste de forma amigável, compreensível, acessível, sensata e que considerem o usuário como ser humano, e nào como target (aliás è bom rever o que você pensa que seja target em tempos de lifestyle!)


4. Velozes: que seja utilizável em tempo breve, possivelmente instantâneo.

Neste quadro de mudanças tambèm nos modelos de produção (impressoras 3D por exemplo) e da revolução do “customer/producer-is-king” passaremos velozmente do produto como experiência ao trabalho como experiência, ou ainda marca como experiência. Todavia nesta passagem è certamente colocada em açào uma nova forma de fazer negócios nas empresas, e aqui estas deverão evoluir internamente, como organização produtiva, repensando seus modos de funcionamento ainda um pouco arcaicos.

Talvez nesta reorganização  estratégica surja um novo ponto de força: atendendo estas necessidades surgirà uma empresa de cunho capitalista social e ecossistèmica. Esta è a empresa do futuro!

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