comportamento | Como adquirimos?

A pròxima vez que vocè decidir comprar uma roupa, um batom, um carro, um mòvel, saiba que a guiar esta escolha nào serà apenas seu bolso, mas responsabilidade tambèm de uma parte precisa do nosso cèrebro...a amigdala. È ali que se escondem os circuitos de uma zona que se ativa quando temos uma sensaçào prazerosa, segundo afirmam os neurocientistas. Que estào compartilhando hoje com os profissionais de marketing que, por exemplo, o packaging ou o design de um produto nào pode mesmo ser deixado ao acaso: em poucos segundos, aqueles que usamos para entender se um objeto nos diz algo ou nào, as formas, cores e consistèncias, devem convencer-nos de que sim, esta è a escolha justa.


Tudo bem, atè aì a gente sabe que o design influencia, mas, como se dà este processo na nossa cabeça? Atravès de um jogo com a nossa percepçào, com a simetria e assimetria, com formas e…cores! Das pesquisas cientìficas que tenho lido, sabemos que o nosso cèrebro prefere a regularidade, a harmonia de esfumaturas e linhas. Aquilo que vemos entào deve confirmar as nossas expectativas, e aqui, muita atençào, os contrastes excitam nosso cèrebro, mas nào provocam prazer, que è o que nos faz adquirir.


O objeto deve suscitar interesse e isso se produz com pequenas variaçòes, mas sem exagerar! Faço um exemplo do nosso mundo, o mobiliàrio. Um estofado em forma de cactus que, depois, quando nos sentamos, entendemos ser macio e muito acolhedor. Neste caso, a forma do objeto comunicou a sua funçào, a nossa parte racional entendeu, mas a experiència proporcionada reservou surpresas. Este è o momento crucial! Interessante, nào è mesmo?

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