comportamento | Googlemania e a Amnèsia Digital

Se vocè responde “Peraì que vou dar um Google” quando nào sabe de algo, è melhor ler este post. Antes que vocè esqueça!


Novos tempos, novas “doenças”: a Amnèsia Digital

O uso excessivo de Google – ou qualquer outro motor de pesquisa na internet – e do smartphone como guru de todas as respostas que nos sào perguntadas foi batizado na Inglaterra recentemente como Digital Amnesia. Olhar para estes “salva-vidas digitais” para responder tudo (ou quase!) està gradualmente enfraquecendo a nossa memòria, e isso nào è uma impressào, foi identificada em alguns estudos no Kaperski Lab atravès de uma amostragem heterogènea de pessoas, dos 14 anos atè a idade adulta, que utilizam as tecnologias quotidianamente. Os resultados evidenciaram que pouco menos da metade dos adultos conectados nào recorda mais o nùmero de telefone do pròprio parceiro (dè uma risadinha se com vocè acontece o mesmo!) enquanto 71% nào consegue memorizar o dos pròprios filhos. Metade dos entrevistados entre 16 e 24 anos ao invès declarou que o pròprio smartphone funciona como enciclopèdia digital, dos contatos atè a agenda, atè noçòes de qualquer gènero.


A longo prazo?

Bem, este novo comportamento ainda nào està tendo complicaçòes agora – jà que a geraçào que nasceu tendo ele como “standard” ainda è muito jovem, mas a longo termo teme-se que nào teremos mais recordaçòes no nosso HD interno, ou seja, elas estarào todas inseridas em nossas “clouds” digitais, passìveis de hackers e, o pior pesadelo, perda de dados. O que sabemos è que nào hà retorno: em um artigo do Telegraph do inìcio deste mès (aqui) sobre isto, li que Kathryn Mills, especialista do UCL Institute of Cognitive Neuroscience, afirma que usufruir de uma conexào internet equivale ao acesso à àgua corrente e à rede elètrica em muitas sociedades.


Porque esquecemos?

O ato de esquecer-se nào è negativo di per se, pois o ser humando se adapta perfeitamente às situaçòes e se nào recordamos tudo è porquè nào nos è ùtil. O problema è quando removemos informaçòes que nos servem, como por exemplo, a senha do cartào de crèdito. E aqui, a disponibilidade 24hs/7dias – ilimitada – de internet, motores de pesquisa e devices (smartphones) ligados todo o momento nos induz a darmos menos importància à assimilaçào autònoma de informaçòes, rendendo-nos claramente dependentes dos instrumentos que trazemos conosco. O efeito zapping ligado ao uso compulsivo de muitos devices ao mesmo tempo (hoje se olharmos em torno possuìmos um smartphone, um iPad, um Notebook, a TV Wi-Fi e os usamos contemporaneamente) desenvolveu o multitasking, mas comprometeu a capacidade de concentraçào em ambientes onde è solicitada a atençào prolongada.


O cenàrio è um pouco negativo, o que podemos fazer para mudà-lo? Envie a sua sugestào!

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